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Justiça aceita pedido para Daniel Alves aguardar sentença definitiva em liberdade

Jogador pagará 1 milhão de euros de fiança, terá de entregar os passaportes brasileiro e espanhol, além de fazer visitas semanais ao Tribunal

A Audiencia de Barcelona aceitou o pedido da defesa Daniel Alves para que aguarde em liberdade o julgamento dos recursos apresentados tanto pela sua advogada, quando pela acusação e pelo Ministério Público.


A decisão foi anunciada às 7h30min (11h30min no horário espanhol) desta quarta-feira (20).


Daniel pagará 1 milhão de euros de fiança, terá de entregar seus dois passaportes, o brasileiro e o espanhol, além de fazer visitas semanais ao Tribunal. Os três juízes da 21ª Câmara também estabeleceram que mantenha distância mínima de um quilômetro da vítima. O jogador foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão pelo crime de violência sexual.


Na terça-feira (19), Daniel Alves participou de audiência por videoconferência. Ele havia se comprometido a entregar seus dois passaportes e oferecido fiança de 50 mil euros, além de se apresentar ao Tribunal com frequentemente. O jogador garantiu que não fugiria por ser inocente e acreditar na Justiça espanhola.


Tanto a defesa quanto a acusação e a Promotoria recorreram da pena imposta, que inclui também cinco anos de liberdade vigiada. O julgamento dos recursos será feito pelo Superior Tribunal de Justiça da Catalunha.


Há, ainda, uma última instância, no Supremo Tribunal, em Madrid. O prazo para que se esgotem todas essas instâncias é estimado em 11 meses.


Condenação


O jogador brasileiro foi condenado em 22 de fevereiro. A sentença pelo crime de agressão sexual a uma jovem de 23 anos, na boate Sutton, na noite de 30 para 31 de dezembro de 2022, foi anunciada pelos juízes Isabel Delgado Pérez, Luis Belestá Segura e Pablo Díez Noval.


O julgamento de Daniel Alves ocorreu entre os dias 5 e 7 de fevereiro. No total, 19 testemunhas foram ouvidas, entre policiais, funcionários da boate, a vítima e pessoas próximas aos envolvidos.


Na sentença, os juízes reforçaram a veracidade do relato da vítima e minimizaram a tese de embriaguez defendida pelos advogados de Daniel Alves.


*Com informações da coluna de Leonardo Oliveira de GZH


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