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Justiça Militar do Estado ouvirá 6 testemunhas de acusação do Caso Gabriel em audiência presencial

O Tribunal de Justiça Militar (TJM) do Rio Grande do Sul irá realizar audiências para ouvir testemunhas de acusação do Caso Gabriel no mês de novembro. A informação foi divulgada em nota publicada no site da instituição.


Uma testemunha será ouvida no dia 1º de novembro ao meio-dia, no plenário do TJM, em Porto Alegre. Outras cinco testemunhas irão depor à Justiça Militar no dia 4 de novembro, no salão do júri do Fórum de São Gabriel. Todas as audiências ocorrerão de forma presencial.


As audiências ocorrem dentro do processo que está em tramitação na Justiça Militar, onde os soldados Cleber Renato Ramos de Lima e Raul Veras Pedroso, junto do sargento Arleu Júnior Cardoso Jacbosen, são réus pelos crimes de ocultação de cadáver e falsidade ideológica.


Na justiça comum, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) informou que a primeira audiência sobre o processo que julga os envolvidos no Caso Gabriel está marcada para o dia 07 de dezembro, às 14h, também no Fórum de São Gabriel. Trata-se da audiência de instrução, que serve para discutir o mérito do processo. Neste processo, os três policiais estão sendo julgados pelos crimes de homicídio doloso com três qualificadoras: motivo fútil, tortura e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.


O caso


Gabriel Marques Cavalheiro, 18 anos, desapareceu por volta da meia-noite do dia 12 de agosto, no Bairro Independência, em São Gabriel. Segundo o relato de uma moradora, ela teria chamado a Brigada Militar (BM) após o jovem ter forçado a grade da casa dela e tentado entrar no local. Policiais foram até o endereço, abordaram, algemaram Gabriel e o colocaram no porta-malas da viatura. Depois disso, o jovem não foi mais visto.


O corpo de Gabriel Marques Cavalheiro foi encontrado dia 19 de agosto, em uma barragem na região conhecida como Lava pé. Os três policiais militares que abordaram o jovem foram presos na noite do dia 19 de agosto, e foram encaminhados ao Presídio Miltiar de Porto Alegre , onde estão presos desde então.


Fonte: Diário de Santa Maria

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