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Rodoviária de Porto Alegre retoma viagens em todos os turnos dois meses após ficar inundada

Com reestabelecimento completo da luz, terminal volta a funcionar 24 horas por dia. Espaço foi atingido por enchente e suspendeu todas as viagens de chegada e saída em 4 de maio

A Rodoviária de Porto Alegre, no Centro Histórico da capital, voltou a funcionar normalmente nesta quinta-feira (4), com viagens diurnas e noturnas. A medida está associada ao reestabelecimento completo da energia elétrica no terminal após a enchente atingir o local há dois meses.


Com a medida, todos os 72 boxes voltaram a receber ônibus no lugar de origem.


O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) afirma que, atualmente, são realizadas 212 viagens intermunicipais. Antes das enchentes, esse tipo de viagem chegava a 240. Já as movimentações interestaduais chegam a 50% da oferta habitual.


O comércio do terminal ainda não está em funcionamento. Com o reestabelecimento da luz, os proprietários devem retornar aos espaços para reformar os estabelecimentos.


Da mesma forma, o saguão de venda de passagens interestaduais ficará restrito, pois o piso e os guichês foram danificados e precisam ser trocados. Já no trecho das viagens intermunicipais, metade do saguão está aberto. A outra parte segue fechada em razão dos estragos.


Relembre paralisação do terminal


Após ficar inundada, a administração paralisou as atividades em 4 de maio. No entanto, para não interromper as viagens, foi montada uma estrutura provisória em um terminal de ônibus urbanos localizado entre as avenidas Antônio de Carvalho e Bento Gonçalves, na Zona Leste.


O terminal do Centro Histórico ficou pouco mais de um mês fechado, retomando as operações em 7 de junho, de forma improvisada. Ao todo, 52 linhas intermunicipais operadas por 15 empresas voltaram para a estação.


Em 13 de junho, foram retomadas as viagens interestaduais após 41 dias. O horário de funcionamento era das 6h às 21h, com apenas 18 boxes em pleno funcionamento. Os embarques e desembarques ocorriam no mesmo local.


A falta de energia elétrica na parte das viagens interestaduais causava dificuldade tanto para passageiros – que precisavam procurar vendedores fora das cabines – quanto para trabalhadores de empresas de transportes, que trabalhavam em pé.


Fonte: G1 RS

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