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Saída de Eduardo Leite abre nova etapa na eleição do RS

  • 6 de abr.
  • 1 min de leitura

Permanência do governador no cargo faz com que partidos e pré-candidatos realinhem as estratégias nas disputas ao Piratini e ao Senado


A confirmação de que o governador Eduardo Leite (PSD) não concorrerá nas eleições de 2026, decisão que não pode mais ser revista em função dos prazos do calendário eleitoral, desencadeia o realinhamento das estratégias de partidos e pré-candidatos. Para analistas e articuladores políticos, a saída em definitivo de Leite da corrida impacta, principalmente, no caso da disputa ao Palácio Piratini, as táticas eleitorais do pré-candidato governista, o vice-governador Gabriel Souza (MDB), e do pré-candidato do PL, o deputado federal Luciano Zucco.


Além do Executivo, ela ‘clareia’ ainda o cenário da concorrência pelo Senado, em um pleito no qual, em diferentes campos, os planejamentos postos em curso para o governo e o Senado estão influenciando diretamente um ao outro. No caso de Leite, a eleição para a Câmara Alta foi, desde sempre, apontada como uma alternativa caso ele de novo não conseguisse ingressar na corrida pela presidência da República, o que acabou acontecendo.

Mas, apesar de pontuar bem em diferentes sondagens, o governador optou por também não concorrer ao Senado. Segundo lideranças partidárias de grandes siglas, como MDB, PP, PL e PT, pesou sobre a decisão de Leite o fato de a corrida se mostrar imprevisível. Nesse cenário, uma derrota poderia significar uma reprovação das duas gestões do chefe do Executivo e comprometer seu futuro político bem mais do que ficar quatro anos sem mandato a partir de 2027.


Fonte: Correio do Povo





 
 
 

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