top of page

Com 3 mil pessoas à espera de um órgão no RS, simpósio discute captação e doação

  • Foto do escritor: Saimon Ferreira
    Saimon Ferreira
  • 23 de set.
  • 2 min de leitura

Evento promovido pela Secretaria Estadual da Saúde, parte da campanha “O Amor Vive”, segue até quarta-feira

Foto: Ricardo Giusti
Foto: Ricardo Giusti

Parte da campanha “O Amor Vive”, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) realiza, a partir desta segunda-feira, o 1º Simpósio de Doações de Órgãos e Transplantes do Rio Grande do Sul. O evento segue até esta quarta-feira no auditório do Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers), reunindo profissionais que atuam na área de transplantes, de captação de órgãos e que desenvolvem o acolhimento familiar para discutir novidades e capacitar especialistas nos avanços da organização na captação e doação de órgãos e no transplante. A abertura aconteceu nesta manhã com a presença de autoridades.


"Quando a gente fala em doação, apesar de estar falando de um momento difícil da vida de uma pessoa que perdeu seu ente querido, a gente está falando de proporcionar a mais de 3 mil pessoas que estão na fila a possibilidade de viver. Falar sobre isso precisa ser inclusive o ano inteiro", diz a secretária adjunta estadual da Saúde, Ana Costa.


Ela afirmou que o simpósio tem o objetivo de trocar experiências entre quem efetivamente executa a atividade nos seus diversos espaços, e destacou que o processo de doação de órgãos é uma engrenagem que necessita de um trabalho de união.


Entre as temáticas em discussão nesta segunda-feira, está o diagnóstico da morte encefálica, como otimizar a doação de órgãos e desafios no transplante de ossos. Nos próximos dias, também serão debatidos o panorama da doação e dos transplantes no Rio Grande do Sul, avanços tecnológicos aplicados na Central Estadual de Transplantes, a ética no processo de doação e modelos de capacitações.


A campanha da SES tem duração de um ano inteiro, com o objetivo de elucidar o tema e promover a conscientização à população, afirma James Cassiano da Silva, coordenador adjunto da Central de Transplantes do Rio Grande do Sul.


“Para conscientizar da necessidade e da importância de doar órgãos, de como esse ato de bondade e de generosidade com o outro no momento de dor é transformador, não só para quem está necessitando, mas também para a família no momento de luto", completa.


A campanha anual tem um diferencial este ano: além do primeiro simpósio no Rio Grande do Sul, no dia 27 de setembro, na praça da Usina do Gasômetro, haverá a primeira caminhada da doação de transplante aberta ao público em geral, com o objetivo de dar visibilidade pessoas transplantadas e em lista de espera, profissionais da saúde que atuam na captação e no transplante de órgãos, voluntários, integrantes de organizações não governamentais e entidades da área da saúde.


Fonte: Correio do Povo

 
 
 

Comentários


PUBLICIDADE PADRÃO.png

Destaques aqui no site!

Quem viu esse post, também viu esses!

bottom of page