Gasolina, diesel e gás de cozinha ficam mais caros a partir de janeiro de 2026
- 30 de dez. de 2025
- 1 min de leitura
O maior reajuste será sentido na gasolina, cuja alíquota do ICMS terá aumento de R$ 0,10 por litro

A partir de 1º de janeiro de 2026, passam a valer os novos valores do ICMS sobre os combustíveis, o que deve provocar aumento nos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. O imposto estadual, cobrado em valor fixo por litro ou quilo, foi reajustado e terá impacto direto no orçamento das famílias e nos custos da economia.
O maior reajuste será sentido na gasolina, cuja alíquota do ICMS terá aumento de R$ 0,10 por litro, o equivalente a uma alta de 6,8%. Para o diesel e o biodiesel, o reajuste será de R$ 0,05 por litro, representando aumento de 4,4%. Já o gás liquefeito de petróleo (GLP) terá acréscimo de R$ 0,08 por quilo, o que corresponde a um aumento médio de R$ 1,05 no botijão de 13 quilos.
O reajuste frustra consumidores e a classe produtiva, que historicamente cobram uma carga tributária mais equilibrada, sobretudo sobre bens essenciais como os combustíveis.
O aumento no preço dos combustíveis acontece na saída da refinaria e consequentemente é repassado para o consumidor final, nas bombas de combustível. Além do efeito direto nos preços, o reajuste do ICMS tende a pressionar custos logísticos e de transporte, especialmente em um país fortemente dependente do modal rodoviário. O aumento também deve gerar reflexos indiretos sobre a inflação e sobre os preços de bens e serviços ao longo da cadeia produtiva, ampliando o impacto econômico da medida a partir de 2026.































Comentários