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ANS aprova reajuste de até 7,16% para contratos antigos de planos de saúde

  • Foto do escritor: Saimon Ferreira
    Saimon Ferreira
  • 16 de jul.
  • 1 min de leitura

Medida é válida para contratos de planos de saúde não regulamentados, que estão vinculados a Termos de Compromisso firmados com a reguladora

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou os porcentuais máximos de reajuste a serem aplicados em 2025 aos contratos de planos de saúde não regulamentados, que estão vinculados a Termos de Compromisso firmados com a reguladora.


O reajuste envolve as operadoras Bradesco Saúde, Sul América, Amil e Itauseg. Segundo nota da ANS divulgada nesta terça, 15, esses termos foram instituídos em 2004 como instrumentos para trazer maior previsibilidade, transparência e alinhamento regulatório aos reajustes de contratos antigos - firmados antes da vigência da Lei nº 9.656/98.


Na época, a medida buscou substituir cláusulas contratuais ambíguas ou excessivamente onerosas por critérios técnicos e objetivos de reajuste. Os porcentuais são de 6,47% para operadoras do tipo Medicina de Grupo (Amil) e 7,16% para Seguradoras Especializadas em Saúde (Bradesco Saúde, Sul América e Itauseg).


A agência afirma que esses índices resultam da combinação entre a variação da despesa assistencial no período (6,06%) e os fatores adicionais previstos na metodologia do teto (0,39% e 1,04%, respectivamente). Atualmente, cerca de 400 mil beneficiários estão vinculados a contratos sob Termos de Compromisso. Essa população vem diminuindo gradualmente, uma vez que a comercialização desses planos não é mais permitida.


Fonte: Correio do Povo

 
 
 

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