top of page

Anvisa determina recolhimento de lote de molho de tomate que continha vidro

  • Foto do escritor: Saimon Ferreira
    Saimon Ferreira
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

Outros produtos devem ser recolhidos por irregularidades

Foto : Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/CP
Foto : Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/CP

Anvisa determinou, nesta quarta-feira (7/1), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, por conter pedaços de vidro. Com isso, o lote do produto teve a sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos.


A irregularidade foi identificada pela rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed - Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), ferramenta da União Europeia para a troca rápida de informações sobre riscos graves em alimentos e rações animais.


A ação fiscal atinge apenas os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072. Eles estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos.


Suplementos também deve ser recolhidos


Outro produto que deve ser recolhido é o Neovite Visão, suplemento alimentar voltado para a saúde ocular, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb).

A ação fiscal atinge apenas os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072. Eles estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos.


Os referidos lotes foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido.


A empresa comunicou o recolhimento voluntário dos lotes. Isso ocorre quando a própria fabricante identifica irregularidades em seus produtos.

Os suplementos de Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, da empresa Ervas Brasil Indústria Ltda., também foram alvo de ação de fiscalização sanitária e devem ser apreendidos. Os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos.


A empresa não tem Licença Sanitária e nem Alvará de Funcionamento, e utilizou ingredientes não autorizados em alimentos. Além disso, faz divulgação irregular dos produtos, com falsas indicações terapêuticas, associando o seu uso a benefícios funcionais e de saúde, sem comprovação científica.


Fonte: Correio do Povo



 
 
 

Comentários


PUBLICIDADE PADRÃO.png

Destaques aqui no site!

Quem viu esse post, também viu esses!

bottom of page