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Governo federal assina contrato para iniciar construção de ponte entre Brasil e Argentina em Porto Xavier

  • Foto do escritor: Saimon Ferreira
    Saimon Ferreira
  • 16 de out.
  • 2 min de leitura

Expectativa é que obras comecem no segundo semestre do ano que vem. Investimento é aguardado desde a década de 1980 

Foto: André Ávila / Agencia RBS
Foto: André Ávila / Agencia RBS

Foi assinado na quarta-feira (15) o contrato entre o governo federal e o consórcio para a construção da ponte internacional entre Porto Xavier, nas Missões, e San Javier, na Argentina.


A ponte terá 950 metros de extensão, com acessos de 900 metros no lado brasileiro — conectados à BR-392 — e 500 no argentino. O investimento é de R$ 214 milhões, com recursos federais do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e prazo de execução de quatro anos.


A obra será realizada pelo Consórcio Ponte Rio Uruguai RS. O contrato prevê os estudos de engenharia, os acessos nas duas margens, a infraestrutura aduaneira e o cumprimento de todas as exigências ambientais, além de apoio nas desapropriações e reassentamentos.


Segundo o prefeito de Porto Xavier, Gilberto Menin, a expectativa é que as obras comecem no segundo semestre de 2026. Isso porque o processo de licenciamento ambiental, que normalmente leva até um ano, pode ser agilizado em cerca de cinco meses, já que parte da documentação foi protocolada anteriormente junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).


O investimento também irá providenciar os complexos aduaneiros de fronteira, onde são realizados procedimentos migratórios e de fiscalização e inspeção de importações e exportações.


Demanda antiga

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A obra é aguardada desde a década de 1980, como uma porta para o desenvolvimento da região. Caso concretizada, a ligação acabará com a dependência da balsa para a travessia do Rio Uruguai na região fronteiriça.

Atualmente, a ligação entre Porto Xavier e San Javier é feita por serviço de balsa, com funcionamento em horário restrito. A travessia é suspensa quando chove forte, o que causa elevação do Rio Uruguai.


A projeção é de que a ponte, quando concluída, seja alternativa de escoamento da soja produzida no norte do Estado por meio de portos argentinos. A opção reduziria custos ao produtor.


Fonte: GZH

 
 
 

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