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Instagram alertará pais quando filhos buscarem conteúdos sobre suicídio

  • 27 de fev.
  • 2 min de leitura

As notificações começarão a ser implementadas nas próximas semanas nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá

Foto : Tânia Rêgo / Agência Brasil / CP
Foto : Tânia Rêgo / Agência Brasil / CP

O Instagram notificará pais ou responsáveis quando adolescentes realizarem buscas insistentes por conteúdos relacionados a suicídio ou autolesão, anunciou a Meta em meio à crescente pressão judicial sobre o uso de suas plataformas por jovens.


As notificações começarão a ser implementadas nas próximas semanas nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá.


O alerta será acionado quando um adolescente fizer múltiplas buscas desse tipo em curto período. A expansão para outros países está prevista para o fim do ano. Pais que utilizam as ferramentas de supervisão do Instagram receberão avisos por e-mail, SMS ou WhatsApp, além de notificações no próprio aplicativo.


Também serão disponibilizados recursos elaborados por especialistas para auxiliar em conversas consideradas difíceis com os filhos.A plataforma já bloqueia pesquisas associadas a suicídio e autolesão e redireciona usuários a linhas de apoio e organizações especializadas.


Segundo a empresa, o novo sistema busca identificar casos em que adolescentes tentem contornar as restrições de forma persistente.



A Meta informou ter consultado seu Grupo Assessor sobre Suicídio e Autolesão para definir o limite de disparo das notificações. A companhia afirmou ter adotado uma abordagem cautelosa, mesmo que isso resulte no envio de alertas em situações sem indícios concretos de risco.


O anúncio ocorre em um momento de maior escrutínio jurídico. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, prestou depoimento este mês em um julgamento na Califórnia que acusa a empresa e outras companhias de terem incentivado deliberadamente a dependência em menores. É a primeira vez que um caso desse tipo chega a um júri.


A Meta também enfrenta uma iniciativa global para restringir o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. A Austrália proibiu o uso dessas plataformas por menores de 16 anos em dezembro, e países como França, Dinamarca, Espanha e Reino Unido avaliam medidas semelhantes.


Fonte: Correio do Povo


 
 
 

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