Laudo do IGP confirma morte por esganadura em feminicídio de servidora em Maçambará
- há 7 horas
- 1 min de leitura
Documento pericial divulgado nesta quarta-feira detalha causa da morte de Cláudia Rosane Casseres da Cunha; companheiro segue preso preventivamente

O laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP), divulgado nesta quarta-feira (25), confirmou que a servidora pública municipal Cláudia Rosane Casseres da Cunha morreu por asfixia causada por esganadura. O documento pericial reforça a materialidade do crime ocorrido na madrugada de 12 de fevereiro de 2026, em Maçambará.
Cláudia, natural de São Borja e servidora da Prefeitura de Maçambará, foi encontrada sem vida na residência onde convivia com o companheiro, Mauro César dos Santos Rodrigues, apontado como autor do feminicídio.
O inquérito policial foi concluído pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da Delegacia de Polícia de Itaqui, que indiciou o suspeito por feminicídio, crime cuja pena pode variar de 20 a 40 anos de reclusão, podendo ser agravada conforme as circunstâncias.
Mauro César dos Santos Rodrigues foi preso em flagrante cerca de três horas após o crime, em ação integrada entre a Delegacia de Polícia de Itaqui e a 1ª Delegacia de Polícia de São Borja. A prisão foi posteriormente convertida em preventiva pelo Poder Judiciário, mantendo o investigado sob custódia.
A divulgação do laudo do IGP representa um avanço decisivo na elucidação do caso, consolidando os elementos técnicos que embasam a responsabilização criminal. A Polícia Civil reforça a importância da denúncia em casos de violência doméstica, destacando que a comunicação precoce às autoridades pode viabilizar medidas protetivas e evitar desfechos trágicos.































Comentários