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Presidente da Argentina é retirado às pressas de carreata após ataques com pedras e confusão

  • Foto do escritor: Saimon Ferreira
    Saimon Ferreira
  • 28 de ago.
  • 2 min de leitura

A carreata fazia parte de um evento do partido de Milei, A Liberdade Avança, na cidade de Lomas de Zamora, ao sul da Grande Buenos Aires

Foto: Juan Mabromata - AFP
Foto: Juan Mabromata - AFP

O presidente da Argentina, Javier Milei, foi retirado às pressas de uma carreata realizada nesta quarta-feira (27), em Lomas de Zamora, ao sul da Grande Buenos Aires. Segundo a imprensa local, homens atiraram pedras e garrafas contra o líder. A carreata precisou ser suspensa por motivos de segurança.


A ação fazia parte de um evento do partido de Milei, A Liberdade Avança. O ato contou com a presença de políticos, incluindo o deputado José Luis Espert, candidato às eleições legislativas de outubro. 


A confusão envolveu apoiadores e opositores do presidente. O deputado José Luis atribuiu os ataques aos militantes ligados à ex-presidente Cristina Kirchner. Ele afirmou que uma fotógrafa da campanha foi atingida por uma pedra.


A ministra da Segurança Nacional, Patricia Bullrich, também responsabilizou os opositores pelo ataque, afirmando que colocaram em risco famílias que acompanhavam o evento.


Imagens que circulam nas redes sociais mostram Milei acenando em cima de uma picape durante o tumulto.


Crise


O episódio ocorre em meio a denúncias de corrupção envolvendo o presidente argentino. No dia 22 de agosto, a Justiça realizou buscas em investigação sobre um suposto esquema de propina. O caso envolve funcionários do governo e a irmã do presidente, Karina Milei.


As investigações começaram após a divulgação de áudios atribuídos ao ex-dirigente da Agência Nacional da Pessoa com Deficiência (ANDIS), Diego Spagnuolo. Os registros mencionam subornos e citam Karina Milei e Eduardo Menem, subsecretário de Gestão Institucional, como supostos beneficiários de propinas na compra de medicamentos.


A Justiça ainda não confirmou a veracidade das gravações e não emitiu prisões nem acusações formais. Durante a operação de busca e apreensão, as autoridades recolheram carros, celulares, uma máquina de contar dinheiro. Além de US$ 266 mil, equivalente a R$ 1,5 milhão. Após as denúncias, o presidente criticou a imprensa e parlamentares de oposição.


Fonte: CNN Brasil

 
 
 

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