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Biólogo santiaguense, egresso da URI Santiago, participa de pesquisa na Antártica

Fernando Bertazzo, 25 anos, esteve 28 dias acampado na Ilha Livingston, Arquipélago das Shetland do Sul, com mais sete pesquisadores

Foto: Arquivo Pessoal

O Biólogo santiaguense Fernando Bertazzo, 25 anos, que é egresso da URI Campus Santiago, esteve na Antártica juntamente com outros sete pesquisadores, estudando a distribuição e diversidade de Fungos e Plantas no Continente Antártico, além de avaliar como as mudanças climáticas estão afetando a ocorrência desses organismos.


Além disso, as pesquisas também pretendem avaliar a aplicação biotecnológica de fungos oriundos da Antártica, cultivados em laboratório pelos pesquisadores.

Foto: Arquivo Pessoal

Em contato com a nossa reportagem Fernando explicou que todos ficaram acampados na Península de Byers, Ilha Livingston, Arquipélago das Shetland do Sul. Segundo ele, o acampamento durou 28 dias, porém, entre o translado de ida e volta foram quase 2 meses.


"Eu saí do Brasil dia 27 de Dezembro, com direção a Punta Arenas no Chile, onde ficam os navios da Marinha Brasileira que fazem o translado dos pesquisadores até a Antártica. Nosso acampamento foi lançado na Ilha dia 12 de Janeiro e recolhido dia 8 de Fevereiro. Mas chegamos no Brasil de volta apenas no dia 24 de Fevereiro, pois após recolhimento do nosso acampamento o Navio também tinha outras funções no Mar." disse Fernando.
Foto: Arquivo Pessoal

A expedição à Antártica ocorreu sob orientação do Profº Dr Jair Putzke em parceria com o projeto PERMACLIMA, coordenado pelo Profº Drº Carlos Schaefer, da Universidade Federal de Viçosa.


Perguntado sobre a experiência vivida no continente mais frio do planeta, Fernando respondeu:


"Poder participar do Programa Antártico Brasileiro na condição de pesquisador é indescritível. Toda essa experiência foi extremamente enriquecedora tanto do ponto de vista pessoal, quanto profissional. Ciência não é gasto, é investimento. Investir em educação e ciência é apostar no progresso do Brasil e dos brasileiros."completou.

PESQUISAS BRASILEIRAS NA ANTÁRTICA


O Brasil realiza pesquisas no continente mais austral do nosso planeta, desde 1984. A estação científica brasileira instalada na região (Estação Comandante Ferraz) soma pesquisas em áreas como oceanografia, biologia, física, metereologia e paleontologia. Nos últimos sete anos, 250 cientistas brasileiros trabalharam em 25 projetos na Antártica.


Conhecer melhor esse continente é fundamental para estudar as mudanças climáticas e aprimorar os serviços meteorológicos, uma vez que a região controla as circulações oceânicas e atmosféricas de todo o mundo.

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